DEPUTADO PINHEIRENSE VICTOR MENDES VOTA MAIS UMA VEZ CONTRA O TRABALHADOR BRASILEIRO


O Deputado Victor Mendes foi o único parlamentar que não impressionou a ninguém com a seu voto, pois mais uma vez, somando-se a esta votação, o parlamentar acumula uma série de posicionamentos contrários aos interesses da classe trabalhadora e dos mais humildes, votou contra os trabalhadores em vários outros momentos e ha poucos dias votou pela cobrança de mensalidades em universidades publicas do Maranhão.
Pior do que defender a reforma trabalhista proposta pelo governo Temer como necessária para a geração de empregos e modernização das relações de trabalho no Pais, foi a votação de 13 deputados dos 18 da bancada maranhense pela aprovação do regime de urgência para acelerar a tramitação do projeto, que é considerado por entidades de magistrados e do Ministério Público como o maior ataque aos direitos trabalhistas na história do Pais.
Em nota conjunta (leia abaixo) assinada pela Frente Associação da Magistratura e do Ministério Público (Frentas), que representa mais de 40 mil juízes, promotores e procuradores, as entidades alertam que a criação e a ampliação das novas formas de contratos de trabalho precários vão diminuir os direitos e remuneração, permitindo até o pagamento abaixo do salário mínimo.
Com as novas regras, os acordos coletivos assinados entre patrões e empregados irão se sobrepor às leis, e o trabalhador para garantir o seu emprego terá que abrir mão de seus direitos, até mesmo os garantidos por lei, como o horário de almoço de no mínimo em uma hora.
Pela proposta, se acordado as refeições poderão durar 30 minutos, as férias divididas em 3 períodos em vez de 1 único, como é atualmente; dentre outras mudanças que alteram profundamente a Consolidação das Leis do Trabalho.
Os 13 deputados federais do Maranhão atenderam o pedido do presidente Michel Temer – sabe-se lá a troco de que – e atropelaram na quarta-feira o plenário da Câmara, que já havia derrotado o pedido de urgência na véspera.
  Temer fez pressão e arregimentou praticamente toda a bancada maranhense na Câmara
Em meio a protestos da oposição, o requerimento de urgência foi aprovado por 287 votos a 144, 30 a mais do que o necessário, e 57 acima dos 230 alcançados na terça-feira quando a proposta foi derrotada. 
Entre um dia e outro, 27 deputados mudaram de voto, dentre eles,  Waldir Maranhão (PP).
O argumento de que a reforma poderá criar até cinco milhões de empregos é considerada uma falácia pelo presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), que apresentou estudos que comprovariam que a flexibilização da proteção dos trabalhadores não gera emprego e não reduz a taxa de desemprego.
– A reforma não vai gerar emprego. O próprio governo não tem apresentado dados que garantam isso – disse durante audiência pública ocorrida no mês de março na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Congresso Nacional.
Indiferentes ao retrocesso social e felizes com a urgência, que não permitirá que a sociedade brasileira tome conhecimento sobre o que será votado, a maioria dos deputados votaram mesmo foi para atender os interesses do Capital e conquistar as benesses do governo com as quais esperam renovar seus empregos em 2018, , mesmo as custas do trabalhador brasileiro.
Muitos, aliás, nunca enfiaram um prego em uma barra de sabão.
Veja quem votou pela urgência:
                Juscelino Filho (DEM)    
           Júnior Marreca (PEN)
           Alberto Filho (PMDB)
           Hildo Rocha (PMDB)
           João Marcelo (PMDB)
            André Fufuca (PP)
            Waldir Maranhão (PP)
             Eliziane Gama (PPS)
             Cleber Verde (PRB)
             José Reinaldo (PSB)
              Victor Mendes (PSD)
                Pedro Fernandes (PTB)
                Aluísio Mendes (PTN)

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