MEIRELLES FRACASSA E ADMITE ROMBO FISCAL MAIOR

REUTERS/Ueslei Marcelino
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, praticamente admitiu o fracasso de sua política econômica, ao dizer, pela primeira vez, que a meta fiscal de 2017 poderá ser alterada; "Em relação à questão da meta fiscal, estamos analisando o assunto. No momento, a meta anunciada será seguida. Mas, de novo, estamos monitorando todos os fatores da economia, a evolução da arrecadação", afirmou; embora tenha sido autorizado pelo Congresso a produzir um rombo de R$ 139 bilhões, Meirelles já acumula um déficit de quase R$ 170 bilhões em um ano; o motivo é a depressão produzida pelo governo Temer, que matou a arrecadação federal, numa política fiscal muito pior do que a da presidente legítima Dilma Rousseff
 O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, praticamente admitiu o fracasso de sua política econômica, ao dizer, pela primeira vez, que a meta fiscal de 2017 poderá ser alterada.
"Em relação à questão da meta fiscal, estamos analisando o assunto. No momento, a meta anunciada será seguida. Mas, de novo, estamos monitorando todos os fatores da economia, a evolução da arrecadação", afirmou.
Embora tenha sido autorizado pelo Congresso a produzir um rombo de R$ 139 bilhões, Meirelles já acumula um déficit de quase R$ 170 bilhões em um ano.
O motivo é a depressão econômica produzida pelo governo Temer, que matou a arrecadação federal, numa política fiscal muito pior do que a da presidente legítima Dilma Rousseff.
Leia, abaixo, trecho do artigo O ajuste fiscal que nunca existiu:
Em seu primeiro mandato, a presidente Dilma Rousseff produziu fartos superávits fiscais, com 2,94% do PIB em 2011, 2,18% em 2012 e 1,72% em 2013. Apenas em 2014, com a retração da economia global e em especial dos preços do petróleo, houve um déficit de R$ 17,2 bilhões, equivalente a 0,57% do PIB.
Em 2015, ciente da nova realidade fiscal, Dilma substituiu Guido Mantega por Joaquim Levy e estava disposta a zerar esse pequeno rombo, com um ajuste ortodoxo que previa a volta da CPMF e também uma pequena reforma da Previdência.
O que aconteceu depois disso, no entanto, já é história. PMDB e PSDB, nas figuras de Eduardo Cunha e Aécio Neves, se aliaram para sabotar todas as iniciativas do governo federal, promovendo a política do "quanto pior, melhor" com suas pautas-bomba. Resultado: não houve ajuste e o Brasil fechou 2015 – ano em que Dilma, na prática, não governou – com um déficit de R$ 115 bilhões.
Veio 2016 e as contas públicas pioraram ainda mais. Embora o discurso da coalizão que promoveu o impeachment sem crime de responsabilidade fosse o da seriedade fiscal, o rombo foi de R$ 154 bilhões, dentro de uma meta generosa de déficit de R$ 179 bilhões que Michel Temer aprovou junto a sua base fisiológica. Curiosamente, enquanto falava em ajuste, Temer concedia aumentos a castas do funcionalismo, para saltar da interinidade à efetividade presidencial.
Agora, em 2017, o Brasil passou a operar com déficits mensais na casa dos R$ 20 bilhões – mais do que Dilma fez em todo o ano de 2014, provocando tanta histeria. Os rombos de Temer foram fruto não apenas da inexistência de qualquer ajuste fiscal, mas sobretudo porque a gestão de Henrique Meirelles, incapaz de ligar os motores do crescimento, aprofundou a depressão econômica – em dois anos, as receitas federais caíram cerca de 10%, com a paralisação total da atividade econômica


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Trairagem: Roberto Rocha confirma participação no consórcio de candidatos da oligarquia Sarney

O TRAÍRA SE MANISFESTOU!
O boa vida “asa de avião” confirma participação no consórcio da oligarquia Sarney e diz que não recua

A reação do senador Roberto Rocha, o “Asa de Avião” (ainda no PSB), a uma nota de abertura da coluna “Estado Maior”, do jornal O Estado do Maranhão, de propriedade da família Sarney,  afirmando que ele recuou em seu tresloucado projeto de ser candidato ao Governo do Estado, revela que começa desandar a tentativa do grupo Sarney formar um consórcio de candidato para enfrentar o governador Flávio Dino, franco favorito para renovar o mandato na eleição de 2018.

Segundo “Estado Maior”, Rocha recuou em seu projeto de disputar o Governo do Estado após ser derrotado pelo governador Flávio Dino em sua ambição de se apropriar da legenda socialista no Maranhão. De imediato o senador recorreu às redes sociais de internet para afirmar que não existe recuo. “O grupo Sarney diz isso porque sabe que sem nossa presença na disputa Flávio Dino ganha de WO. Apenas isso!”, enfatizou.

O senador “Asa”, que até hoje não disse o que foi fazer no Senado, na realidade, estaria sendo provocado pela grupo Sarney a se manifestar sobre o assunto, já que estava em silêncio desde que passou a ser ameaçado de expulsão do PSB por traição, mas pela reação, o projeto do consórcio continua, embora Rocha tenha pouco a contribuir.

Roberto Rocha, pelo visto anda completamente alheio à realidade eleitoral do Maranhão, pois as pesquisas de opinião pública divulgadas até agora, sempre aparece na rabeira, nunca ultrapassando a casa dos 4%. Este, por sinal, era o mesmo percentual que ele possuía em 2002 quando renunciou a candidatura ao governo na reta final do primeiro turno.

Político sem escrúpulos, caloteiro contumaz e traidor compulsivo, “Asa”, como jocosamente é chamado nos bastidores por querer se nivelar a Flávio Dino (Flávio seria a outra asa), sem a menor perspectiva de vitória ou poder de interferência no processo eleitoral, começou a acenar com o retorno ao seu berço de origem, o grupo Sarney, mas até por lá, parece que duvidam dos seus arrotos e resolveram cobrar publicamente.

E pelo que postou no Facebook, sua pré-candidatura, ainda que moribunda, continua. Resta saber se terá partido, pois sua situação junto a direção nacional do PSB é crítica, principalmente após ele votar a favor da reforma trabalhista, declarar apoio a Michel Temer e ser a favor de sua permanência na Presidência da República ainda que com apenas 5% de popularidade, contrariando as posições do partido.
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Ibope: Para 79%, deputado que votar com Temer também é corrupto; mais de 80% defendem aceitação de denúncia

Pesquisa do Ibope encomendada pelo site de petições online Avaaz aponta que 81% dos brasileiros desejam que Michel Temer investigado pela denúncia de corrupção passiva; 79% da população concordou com a afirmação.
Uma pesquisa realizada pelo Ibope às vésperas da sessão da Câmara que irá decidir pela abertura ou não do processo por corrupção contra Michel Temer aponta que 81% dos brasileiros desejam que o processo seja aberto e o peemedebista investigado.

Ainda pensando na abertura do processo no STF, foram apresentadas algumas frases para medir o grau de concordância dos entrevistados. Observa-se que, para a afirmação "Ficarei indignado se os deputados votarem contra a abertura do processo no STF", 70% concordam, 26% discordam e 4% não sabem ou não respondem.

Frente à afirmação "Acho que a denúncia é correta e o deputado que votar contra a abertura do processo é cúmplice da corrupção" nota-se que quase 8 em cada 10 entrevistados (79%) concordam com ela, 18% discordam e 3% não sabem ou não respondem.

A pesquisa, encomendada pela Avaaz aponta que 90% dos entrevistados com idades entre 16 e 24 anos querem a investigação e entre os que têm 55 anos ou mais, 70% também desejam a abertura do processo pela Câmara. Para 73%, os parlamentares que votarem pela rejeição da denúncia não merecem ser reeleitos nas eleições de 2018.

"O que deu para perceber nessa pesquisa é que a população quer saber a verdade sobre Michel Temer. A estratégia dos deputados de dizer que, no dia 1º de janeiro de 2019, o presidente Temer vai poder responder como um cidadão comum na verdade coloca o Brasil em um suspense. Já imaginou chegar em 2019 e perceber que todas aquelas acusações de corrupção foram verdades?", ressaltou o representante da Avaaz, Diego Cassais, à Rádio CBN.

A pesquisa ouviu mil eleitores com 16 anos ou mais e foi realizada entre a segunda-feira e quarta-feira da semana passada. O levantamento possui margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.
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Filme da Lava Jato mostrará entrega de mala de dinheiro a agentes do governo Roseana Sarney


do Blog Marrapá

Com estreia marcada para 7 de setembro, o filme ‘A Lei é Para Todos’, sobre os bastidores da Operação Lava Jato, mostrará, do ponto de vista da Polícia Federal, a entrega de uma mala de dinheiro para agentes do governo Roseana Sarney (PMDB).

Ocorrido em 17 de março de 2014, nas dependências do Hotel Luzeiros, em São Luís, o episódio marcou o início da mais longa operação de combate à corrupção no país, com a prisão de Alberto Youssef, vivido no filme pelo ator Roberto Birindelli.

O doleiro estava na capital para despachar R$ 1,4 milhão em propina paga pela UTC, como parte de um acordo de R$ 12 milhões com o governo de Roseana, relacionado ao pagamento fraudulento de R$ 113 milhões em precatórios à construtora investigada na Lava Jato.

Segundo a delação de Youssef à época, a herdeira do oligarca José Sarney teria conhecimento toda negociata, que também levou a prisão do empresário João Abreu.
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‘Chefões’ unidos: Sarney se torna um dos maiores conselheiros de Temer, acusado de chefiar uma organização criminosa


O ex-presidente e ex-senador José Sarney é um dos principais e maiores conselheiros do presidente golpista Michel Temer, apontando por Janot como chefe de uma organização criminosa. Já o empresário Joesley Batista, em entrevista à Época, disse que Temer comanda a organização criminosa mais perigosa do país.

Em meio ao turbilhão de denúncias contra Temer, que tem apenas 5% de aprovação, surge a figura de Sarney, o ‘escritor’ do listão da Odebrecht, como conselheiro-mor. Foi de Sarney a orientação para que o golpista não renunciasse em um dos momentos mais críticos, depois das revelações feitas pelo empresário Joesley Batista.

Nesta segunda-feira (31), o jornalista Murilo Ramos, da revista Época, confirma que Sarney é, sim, um dos maiores conselheiros de Temer. “A proximidade de José Sarney com Michel Temer surpreende assessores de longa data do presidente. De alas distintas do PMDB, eles nunca foram muito ligados. Sarney esteve ao lado de Lula e Dilma nos momentos mais difíceis”, diz a nota do jornalista.

Um dos internautas, em comentário no site da revista, diz: “o imperador do Maranhão? Ótimo conselheiro, político ‘ilibado’ e de grande ‘saber’ dependendo da matéria, é claro...”

Outro afirma: “os iguais se atraem e se entrelaçam no lamaçal fétido da política no Brasil”

“Este é conselheiro do capeta. Vade retro!”, diz outro internauta.

Em tempo: Sarney não dá murro em ponta de faca. O apoio a Temer terá um preço: a garantia de financiamento do projeto de retomada do poder no Maranhão. Sem o controle dos cofres do governo do Maranhão, a oligarquia Sarney precisa dos cofres da União para bancar suas candidaturas, principalmente ao governo. Se Michel Temer naufragar, leva junto o projeto político de Sarney para 2018.
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“IMPEACHMENT DE DILMA NÃO FEZ BEM AO PAÍS”


Mais de um ano após o golpe contra Dilma Rousseff, o deputado federal Waldir Maranhão (PP-MA) voltou a criticar o afastamento definitivo da petista; “O tempo mostrou que eu estava certo quando tentei anular a cassação de Dilma. Hoje o Brasil está bem pior. O impeachment dela não fez bem ao país. É só comparar como estava a nação antes e agora depois da cassação”, disse; tanto o MP como a perícia do Senado inocentaram Dilma; Já Michel Temer tem a menor popularidade desde a redemocratização; sobre 2018, o parlamentar reforçou sua intenção em disputar o Senado; “Acredito que o grupo do governador Flávio Dino deverá fazer as duas vagas para o senado e não vejo hoje nenhum nome preferido dele, por esta razão vou perseguir essa chance”
Não é ensaio com objetivos terceiros ou qualquer outra intenção que não seja disputar uma vaga para o senado nas eleições do próximo ano a pré-candidatura de senador do deputado federal Waldir Maranhão, do PP. Foi o que ele garantiu.  Em Timon nesta quinta-feira (27) o deputado se se encontrou com amigos e reforçou sua intenção de disputar uma das vagas para o senado no próximo ano.
Reitor da Universidade Estadual do Maranhão por duas vezes. deputado federal pelo terceiro mandato, Waldir Maranhão foi o político maranhense e do país que mais sacrifício pessoal fez em defesa da presidente Dilma Roussef, quando tentou anular o Impeachment da petista. “O tempo mostrou que eu estava certo quando tentei anular a cassação de Dilma. Hoje o Brasil está bem pior. O impeachment dela não fez bem ao país. É só comparar como estava a nação antes e agora depois da cassação”, disse o congressista ao Elias Lacerda.
Tanto o Ministério Público (MPDFT) quando uma perícia do Senado inocentaram Dilma Rousseff, em 2016. No mês de julho do ano passado, o procurador da República Ivan Cláudio Marx, responsável pelo caso aberto no MP do Distrito Federal, pediu arquivamento do inquérito nesta quinta-feira 14, depois de ter pedido, na última sexta-feira, arquivamento de um caso semelhante relacionado ao BNDES. Esua decisão, Marx levantou suspeitas sobre "eventuais objetivos eleitorais" com as "pedaladas" e afirmou que o caso "talvez represente o passo final na infeliz transformação do denominado 'jeitinho brasileiro' em 'criatividade maquiavélica'".
No caso da perícia do Senado, três técnicos da Casa assinaram um documento apontando que não houve ação de Dilma no atraso do repasse de R$ 3,5 bilhões do Tesouro ao Banco do Brasil para o Plano Safra, uma das acusações que constam no pedido de impeachment contra a presidente. "Pela análise dos dados, dos documentos e das informações relativos ao Plano Safra, não foi identificado ato comissivo da Exma. Sra. Presidente da República que tenha contribuído direta ou imediatamente para que ocorressem os atrasos nos pagamentos", diz trecho do laudo.
Pesquisa Ibope, divulgada nesta quinta-feira (27), apontou que apenas 5% dos brasileiros aprovam o governo Michel Temer, a pior popularidade desde redemocratização. O percentual (ótimo/bom) de 5% é tecnicamente empatado com os 7% apurados em junho e julho de 1989, no governo do então presidente José Sarney. 
Senado
O parlamentar do PP contou que muitos da imprensa não lhe tem levado a sério no seu projeto de pré-candidatura ao senado, entretanto ele ressalta que tem trabalhado diuturnamente na busca de viabilização desse projeto para 2018. Waldir Maranhão afirmou que, estrategicamente, tem evitado divulgar quais lideranças lhe tem manifestado apoio, pois sabe que assim agindo estaria despertaria a cobiça de concorrentes.
Ainda filiado ao PP, o parlamentar revelou que não deverá ficar no partido. Disse que em momento oportuno deixará a sigla para se filiar a outro partido onde já recebeu garantias para sua candidatura ao senado.
Reforçando que só tem um lado para as eleições do próximo ano, o do projeto de reeleição do governador Flávio Dino, Waldir Maranhão esteve ontem em Codó onde visitou o prefeito Francisco Nagib, ex-prefeito Zito Rolim, e talvez tenha sido a única liderança política de expressão aliada de Dino que visitou também o ex-prefeito Biné Figueiredo.
“Durante esse recesso parlamentar não parei um dia sequer. Vou continuar buscando minha candidatura ao senado. Acredito que o grupo do governador Flávio Dino deverá fazer as duas vagas para o senado e não vejo hoje nenhum nome preferido dele, por esta razão vou perseguir essa chance. Daqui de Timon agora vou a São Luis, mas antes de chegar lá passarei por diversas outras cidades mantendo conversas com forças políticas amigas para apresentação de meus propósitos com uma candidatura ao senado”, informou o deputado antes de viajar.


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CÂMARA AMEAÇA SALVAR A PELE DE UM GOVERNO REJEITADO PELO POVO


Para emplacar o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, a oposição usava o discurso da "impopularidade" para justificar golpe. Agora, diferentemente da rejeição de Dilma, que foi insuflada pela grande mídia - principalmente pela Rede Globo -, o governo ilegítimo de Michel Temer bate recorde de reprovação dos institutos de pesquisa, é denunciado por crime de corrupção passiva e com uma base aliada dividida, ele se mantém no poder; leia reportagem de Dayane Santos, no portal Vermelho
Pesquisa Ibope encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) constata 70% dos brasileiros consideram o governo Temer ruim ou péssimo. Já o levantamento feito pelo instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta sexta-feira (28), mostra que o governo de Michel Temer é reprovado por 86,1% da população.

Além disso, 79,1% dos brasileiros consideram o governo de Temer ruim ou péssimo, enquanto que apenas 4,6% o classificam como ótimo ou bom.

Para deputados, cientistas políticos e economistas, Temer só se mantém no poder por meio de manobras e compra de votos em troca de verbas, mais conhecido como toma lá, dá cá. De acordo com a líder do PCdoB na Câmara, a deputada Alice Portugal (BA), essa situação contraditória e de indiferença do Congresso Nacional com o recado de reprovação das ruas tem origem no golpe contra o mandato de Dilma.

"O descompasso tem um pecado original. O Temer não foi votado. Ele compunha uma chapa de aliança de centro-esquerda, no entanto, nunca teve sufrágio popular à sua figura. Além de ser fruto de um impeachment fraudulento, ele implementa um programa de governo que também não foi aprovado nas urnas, pelo contrário, foi o programa derrotado do candidato Aécio Neves", enfatizou a deputada comunista, destacando que esse programa inclui privatizações, quebra d soberania, de reformas ultraliberais e a posição de submissão ao capital rentista.

"Temer implementa um projeto derrotado nas urnas e por isso mesmo fala com todas as letras que ele não tem compromisso ou preocupação com popularidade. Construiu uma maioria no Congresso na base do toma lá, dá cá que adotam medidas que vão na contramão do povo e do país", frisou a parlamentar..

O deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA)também concorda que a a maioria que compõe a base do governo demonstra "que não tem nenhuma sensibilidade para as demandas populares".

"Não tem vínculo com o povo", salienta o deputado, destacando que ao ignorar a rejeição de Temer, o Congresso revela ser "predominantemente conservador e de interesses mesquinhos".


"Tenho dúvidas até quando essa base vai se sustentar, porque a pressão da rua vai aumentando e cada vez mais deputados vinculados a essa agenda do governo vão fincando com dificuldades de circular nas ruas", declarou Daniel Almeida. Segundo ele, a votação da denuncia contra Temer por corrupção passiva, mercada para o dia 2 de agosto, vai revelar esse distanciamento, e como o procurador-geral, Rodrigo Janot, já disse que haverá outras denúncias, a distância deve aumentar o isolamento de Temer.
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SOB TEMER, 76% DOS HOSPITAIS NÃO TÊM CONDIÇÕES DE ATENDER PACIENTES COM AVC

Agência Brasil
Pesquisa do Conselho Federal de Medicina (CFM) com 501 médicos que trabalham em serviços de urgência e emergência de unidades de saúde pública de todo o país indica que 76% dos hospitais não apresentam condições adequadas para atender casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC); apenas 3% dos serviços avaliados pelos médicos têm estrutura classificada como muito adequada e 21% como adequada; o AVC ocupa o segundo lugar no ranking de enfermidades que mais matam no Brasil, atrás apenas das doenças cardiovasculares
Agência Brasil - Uma pesquisa do Conselho Federal de Medicina (CFM) com médicos neurologistas e neurocirurgiões de todo o Brasil indica que 76% dos hospitais públicos onde eles trabalham não apresentam condições adequadas para atender casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC). Apenas 3% dos serviços avaliados pelos médicos têm estrutura classificada como muito adequada e 21% como adequada, de acordo com estudo divulgado hoje (31).
O CFM ouviu 501 médicos que trabalham em serviços de urgência e emergência de unidades de saúde pública de todo o país. Eles responderam a um questionário sobre a situação do atendimento a pacientes com AVC, considerando critérios como o acesso exames de imagem em até 15 minutos, disponibilidade de leitos e medicamentos específicos, triagem dos pacientes identificados com AVC de forma imediata, capacidade numérica e técnica da equipe médica especializada e  qualidade das instalações disponíveis, entre outros pontos baseados em parâmetros internacionais e nacionais de atendimento ao AVC.
A percepção da maior parte dos médicos entrevistados aponta que as unidades públicas de saúde nem sempre estão preparadas para receber de forma adequada um paciente com sintomas do AVC, apesar de ser uma doença grave que está entre as principais causas de morte em todo o mundo.
“Nós fomos atrás dessa percepção em virtude do Acidente Vascular Cerebral ser a segunda principal causa de morte no Brasil, um dado epidemiológico. E é a principal causa de incapacidade no mundo e no Brasil, gerando inúmeras internações”, disse Hideraldo Cabeça, neurologista responsável pela pesquisa e coordenador da Câmara Técnica de Neurologia e Neurocirurgia do CFM.
Infraestrutura de atendimento é inadequada
Segundo a pesquisa, a infraestrutura de atendimento a casols de  AVC é inadequada em 37% dos serviços e pouco adequada em 39%, totalizando 76% de serviços que não se enquadram totalmente nos protocolos de atenção ao AVC estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

Entre os itens essenciais que não estão disponíveis em mais da metade das unidades de saúde figura a tomografia em até 15 minutos e o acesso ao medicamento trombolítico, usado para dissolver o sangue coagulado nas veias do cérebro.
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PADILHA DESPREZA TUCANOS E DIZ QUE DÁ PARA GOVERNAR SEM O PSDB

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil e um dos homens de confiança de Michel Temer, afirmou que é "perfeitamente possível" governar sem os tucanos na base aliada; em entrevista nesta segunda, Padilha mandou ainda um recado aos deputados de partidos aliados que são a favor da denúncia contra Michel Temer e possuem indicados em cargos da administração federal: "Quem não quer ser aliado vota contra. Aí, o governo, ao exonerar (esses indicados), não faz mais do que corresponder a esse desejo de não pertencer à administração"
O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirma que o Palácio do Planalto deseja a permanência do PSDB na base aliada, mas que é "perfeitamente possível" governar sem os tucanos.
O ministro diz que o governo está pronto para votar a denúncia por corrupção contra Michel Temer nesta quarta (2) na Câmara, mas reafirmou que cabe à oposição colocar o quorum necessário para a votação ocorrer.
Ele manda um recado aos deputados de partidos aliados que são a favor da denúncia e possuem indicados em cargos da administração federal: "Quem não quer ser aliado vota contra. Aí, o governo, ao exonerar (esses indicados), não faz mais do que corresponder a esse desejo de não pertencer à administração".
Alvo de inquéritos no Supremo Tribunal Federal, Padilha diz ainda estar preparado para possível denúncia contra ele. Afirma não conhecer o operador financeiro Lúcio Funaro e minimiza preocupação com possível delação dele e do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

"A paciência [com o PSDB] é, por enquanto, ilimitada. Nós temos de ter paciência para compreender nossos aliados e as suas circunstâncias, fazendo com que eles consigam cada vez mais aprimorar o apoio ao governo."
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Silêncio da rua contra Temer não é condescendência, mas perda de fé no país


Por Leonardo Sakamoto

O governo Temer comemora que as ruas não estejam coalhadas de gente pedindo sua cabeça, tal qual ocorreu com Dilma Rousseff. De forma cínica, seus apoiadores afirmam que isso é uma prova de que a população entende que ele tem agido corretamente para tirar o país da crise e confiam em sua honestidade. 

Ao mesmo tempo, uma pesquisa CNI/Ibope aponta que Temer, com seus 5% de aprovação, conseguiu a proeza de estar abaixo dos pisos atingidos por Collor (12%), Dilma (9%) e até Sarney (7%).

O silêncio na rua, quebrado aqui e ali por manifestações ligadas a movimentos e sindicatos, não significa que a insatisfação não esteja no ar. Mas que há uma sensação de desalento generalizado.

Quem apoiou a saída de Dilma, seja por conta das denúncias de corrupção em seu governo ou pelo desgosto com a grave situação econômica que ele ajudou a construir, agora sente desalento ao perceber que saiu da frigideira para cair direto no fogo. Talvez haja felicidade entre quem professa o antipetismo pelo antipetismo, mas este texto não trata de patologias.

Quem não apoiou e protestou contra, sente impotência diante da profusão de denúncias de corrupção decorrentes do fisiologismo a céu aberto do atual governo e sua relação incestuosa com o Congresso Nacional. E com a aprovação de uma agenda de desmonte da proteção social, trabalhista e ambiental, que não foi chancelada pela população através de eleições.

Quem não foi às ruas nem para apoiar a queda de Dilma, nem para defendê-la, grupo que representa a maioria da população, e assistiu bestializado pela TV ao impeachment, segue onde sempre esteve: sentindo que o país não lhe pertence. Entende que as coisas vão piorando e, quando bandidos não retiram o pouco que eles têm, o Estado faz isso. Seja roubando suas aposentadorias, seja violentando-os nas periferias de todo o país.

A falta de gente nas ruas é um sinal que diz mais sobre o sentimento geral do país do que sobre a capacidade de engajamento de movimentos contrários ao atual governo. Mesmo que contasse com o apoio do poder econômico, que financiou e divulgou manifestações pró-impeachment, a rua não atrairia tanta gente. E não apenas porque o momento catártico passou e agora a população, cansada, se retraiu. Mas porque, para muita gente, simplesmente não vale a pena.

A manutenção de um governo cuja legitimidade, honestidade e competência são questionados seria suficiente para levar o país às ruas. Contudo, a sensação é de que boa parte da população, aturdida com tudo o que foi descrito acima, está deixando de acreditar na coletividade e buscando construir sua vida tirando o Estado da equação. O que deixa o Estado livre para continuar servindo à velha política e a uma parte do poder econômico.

O Brasil está cozinhando sua insatisfação em desalento, impotência, desgosto e cinismo. Isso não estoura em manifestações com milhões nas ruas, mas gera uma bomba-relógio que vai explodir invariavelmente em algum momento, ferindo de morte a democracia.

Quando o impeachment foi aprovado, um dos receios era o esgarçamento institucional que a retirada de uma presidente eleita pelo voto popular por um motivo frágil (pedaladas fiscais) em vez de um caminho mais sólido (cassação da chapa por caixa 2) poderia causar. Infelizmente, o esgarçamento aconteceu.

Vivemos um momento em que a sensação é de desrespeito a regras e normas, principalmente por parte do governo e de parlamentares, é amplo.

Deixar de confiar na política como arena para a solução dos problemas cotidianos é equivalente a abandonar o diálogo visando à construção coletiva.

Caídas em descrença, instituições levam décadas para se reerguer – quando conseguem. No meio desse vácuo, vai surgindo a oportunidade para semoventes que se consideram acima das leis se apresentarem como a saída para os nossos problemas. Pessoas que prometerão ser uma luz na escuridão, mas nos guiará para direto para as trevas.

Ou seja, talvez o tempo da indignação já tenha passado para muita gente. E, por não ter produzido frutos, abriu caminho para a desconstrução daquilo que três décadas de democracia ergueram por aqui.

É triste, mas talvez o principal legado do governo Temer será um não-país.
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TESOUREIRO INFORMAL DE AÉCIO FECHA DELAÇÃO


Tesoureiro informal de Aécio Neves (PSDB-MG), o empresário Oswaldo Borges da Costa Filho, ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), fechou um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF) na última sexta-feira (28): se resolver contar tudo o que sabe sobre a cúpula tucana, Oswaldinho, como é conhecido, ajudará a clarificar o cartel de empreiteiras que atuaram em Minas Gerais durante o governo de Aécio; Oswaldinho é suspeito de ter participado de corrupção nas obras da Cidade Administrativa e de ter ajudado a formar caixa dois para o PSDB
Ao que tudo indica, Aécio Neves terá mais coisas com que se preocupar em breve.
Seu tesoureiro informal, ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) Oswaldo Borges da Costa Filho, fechou na última sexta, um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF).
Oswaldinho, como é conhecido, é suspeito de ter participado do esquema de fraude das obras milionárias da Cidade Administrativa, sede do governo mineiro, encomendada por Aécio.
O empresário pode vir a revelar esquema ce cartel de empreiteiras que agiam em Minas Gerais. Segundo investigações da Lava Jato, as obras serviriam para formar caixa dois para o PSDB.

Oswaldinho tenta minimizar sua punição. ao que tudo indica, no esquema, as construtoras procuravam Oswaldinho que acertava as propinas que ficavam entre 2,5% e 3% sobre os contratos.
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Temer reúne deputados para atualizar votos ‘comprados’ contra denúncia na Câmara

Além da distribuição de cargos aos partidos, o governo liberou apenas em julho metade de todo o orçamento empenhado ao longo de 2017. Entre janeiro e 19 de julho de 2017, Temer liberou (empenhou) R$ 4,1 bilhões em emendas para parlamentares.
Temer, em uma das reuniões com líderes e parlamentares da base aliada do governo
Michel Temer reúne na tarde deste domingo (30) líderes e parlamentares de partidos da base aliada do governo. A pauta é que a tem dominado as conversas no Palácio do Planalto e no Congresso Nacional nas últimas semanas: a lista de deputados que votarão contra a denúncia de corrupção passiva contra Temer.

Contudo, não há consenso de que a votação será concluída na próxima quarta-feira (2), data marcada desde antes do recesso parlamentar. Com o governo já cantando vitória, deputados da oposição podem não comparecer para não dar quórum à sessão, marcada para às 9h, o que adiaria a votação.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), prometeu que só abre a sessão para votação da denúncia com quórum mínimo de 342 deputados em Plenário, o mesmo número de votos necessários para que o Supremo Tribunal Federal (STF) seja autorizado pela Casa a prosseguir com a investigação. Embora interlocutores do governo afirmem que Temer tem no mínimo 200 votos (são necessários 171 votos a favor de Temer para arquivar a denúncia), o temor é por um resultado apertado que demonstre a fragilidade do Planalto.

Desde junho, quando a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou ao Supremo denúncia de corrupção baseada nas delações da JBS e na gravação da conversa na qual Temer dá aval para o empresário Joesley Batista manter propina para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB), o Planalto vem realizando um plano para reverter o voto de deputados na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e entre os parlamentares da base aliada para a votação no Plenário.

Além da distribuição de cargos aos partidos, o governo liberou apenas em julho metade de todo o orçamento empenhado ao longo de 2017. Segundo dados da ONG, entre janeiro e 19 de julho de 2017, o governo federal liberou (empenhou) R$ 4,1 bilhões em emendas para parlamentares. A maior liberação desses recursos em 2017 aconteceu no mês de julho: R$ 2,1 bilhões empenhados (compromissos assumidos para pagamentos posteriores) para as emendas. Outro picos de “generosidade” de Temer em tempos de crise do governo aconteceu em junho: R$ 2 bilhões empenhados. Cabe ressaltar que as liberações acontecem enquanto o governo federal tenta administrar um rombo fiscal de R$ 139 bilhões.

Votação e denúncia

A autorização para que Temer seja julgado pelo Supremo Tribunal Federal será votada pelo Plenário da Câmara e, para ser aceita, precisa do apoio de 342 deputados. Durante a votação, os parlamentares vão se pronunciar sobre o relatório do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), que pede a rejeição da denúncia. Portanto, no momento da votação, os deputados favoráveis ao afastamento de Temer devem dizer "não" ao relatório e os contrários à saída de Temer precisam dizer "sim" ao parecer.

Procedimentos

O quórum de abertura da sessão é de 51 deputados e a Ordem do Dia poderá ser iniciada com o registro de presença de 52 parlamentares. Iniciada a Ordem do Dia, o relator Abi-Ackel falará por 25 minutos, seguido pelo presidente Temer ou seu advogado, por mais 25 minutos. Após falarem 4 oradores, dois contrários e dois favoráveis ao afastamento, poderá ser apresentado requerimento de encerramento de discussão, desde que ao menos 257 deputados tenham registro presença.

Já a votação propriamente dita somente poderá ser iniciada com o registro de presença de 342 deputados. Segundo a Secretaria-Geral da Mesa da Câmara, a ordem de votação dos estados será a mesma adotada na votação do impeachment da Dilma: os parlamentares serão chamados em ordem alfabética, por Estado, alternadamente do Norte para o Sul e vice-versa.

"Atropelo"

A líder do PCdoB, deputada Alice Portugal (BA), acredita que o rito definido é um atropelo ao debate da denúncia contra Temer. "Gostaríamos que todos os líderes falassem, todos os inscritos falassem. É um processo criminal, pior que um impeachment. Acho que é uma restrição ao debate, uma proteção ao presidente Michel Temer", reclamou a parlamentar.

Segundo Alice Portugal, a oposição acredita na aceitação da denúncia contra Temer pela Câmara. "O Congresso tem obrigação de acatar a denúncia; a oposição vai estar lá no dia e na hora marcada. Vamos votar para acatar a denúncia."

Vice-líder do governo, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) afirma que o governo tem votos suficientes para barrar a denúncia. "Quarta estaremos aqui, temos votos de sobra, com 172 presenças, pronto, não há risco nenhum."

Perondi desafia a oposição a marcar presença no dia da votação. "A oposição está no quanto pior melhor, é o mantra. Se ela quer isso, que venha votar, dê presença e venha votar."
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Temer descumpre, mais uma vez, acordo com municípios do Maranhão; até pagamento de servidores está comprometido

Michel Temer e seus auxiliares, durante a reunião, garantiram a antecipação aos municípios de R$ 168 milhões, resultante da complementação do Fundeb, por parte do Governo Federal, de todo o segundo semestre deste ano.
Prefeitos e prefeitas de todas as regiões do Maranhão estão apreensivos. O Governo Federal, até a presente data, não cumpriu acordo, firmado no último dia 11 em Brasília, no qual se comprometeu em depositar nas contas dos municípios, até o fim deste mês de julho, R$ 168 milhões referentes a antecipação da compensação do Fundeb.

Com o não cumprimento do acordo, gestores municipais estão preocupados, principalmente no que diz respeito a não conseguir honrar a folha de pagamento do setor da educação.

A diretoria da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão, por sua vez, também está extremamente preocupada e lamenta o fato de, mais uma vez, as cidades estarem sendo penalizadas por uma quebra de palavra por parte da União.

Em abril, a diretoria da Famem e integrantes da bancada maranhense em Brasília reuniram-se com o ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, que assumiu o compromisso, em nome do presidente Michel Temer, de parcelar o ajuste anual do Fundeb em até 12 vezes.

Com a medida, à época, e também por força de liminares expedidas em favor dos estados do Ceará e da Paraíba, evitou-se que os municípios maranhenses perdessem, de uma vez só, R$ 177 milhões. O governo do estado também foi beneficiado e não perdeu R$ 47 milhões.

Porém, no dia 06 deste mês, a entidade municipalista; bancada maranhense; e gestores foram pegos de surpresa com a edição de uma portaria (nº 823/17), por parte da União, autorizando o desconto, o que acabou ocorrendo.

De forma rápida, o presidente da Famem, prefeito Cleomar Tema (Tuntum); deputados federais e senadores conseguiram reunir-se, na semana seguinte, com o próprio presidente Michel Temer. Também participaram do encontro os ministros José Mendonça Bezerra Filho (Educação) e Henrique Meirelles (Fazenda); além do presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, Sílvio Pinheiro.

Michel Temer e seus auxiliares, durante a reunião, garantiram a antecipação aos municípios de R$ 168 milhões, resultante da complementação do Fundeb, por parte do Governo Federal, de todo o segundo semestre deste ano.

O acordo foi a forma encontrada para amenizar os problemas financeiros das prefeituras ocasionados pelo sequestro dos valores determinado pela portaria governamental.

No entanto, até o momento, o acordo não foi cumprido. Procurados pela Famem por diversas vezes, o FNDE e a Secretaria Nacional do Tesouro Nacional limitaram-se a informar que a antecipação não poderia ser feita, uma vez que a medida, caso fosse realmente adotada, teria que beneficiar todos os estados e municípios da região Nordeste, o que causaria um impacto negativo nos cofres da União de mais de R$ 740 milhões. Com a palavra o senhor presidente Michel Temer.
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