A UM ANO DAS CONVENÇÕES, PRÉ CANDIDATOS AO GOVERNO DO MARANHÃO INTENSIFICAM MOVIMENTOS

Os partidos políticos brasileiros estão  a um ano do prazo final para a realização das convenções que definirão os candidatos a governador, a senador e a deputados federais e estaduais das eleições de 2018.
De acordo com o calendário eleitoral, no ano do pleito as siglas estarão autorizadas a promover convenções para a definição dos candidatos entre os dias 20 de julho e 5 de agosto.
No Maranhão, ainda há muitas questões a serem resolvidas nos próximos 365 dias, até a oficialização das candidaturas.
Na corrida pelo Governo do Estado, por enquanto, há quatro pré-candidaturas já postas: a do governador Flávio Dino (PCdoB), que tentará a reeleição, a do senador Roberto Rocha (PSB) e a da deputada Maura Jorge (Pode) já foram publicamente admitidas pelos próprios postulantes.
A quarta candidatura é a da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB). A peemedebista é tida como nome certo na eleição do ano que vem, apesar de ainda não se ter declarado como tal.
Por enquanto, as “confirmações” da entrada dela na disputa foram dadas pelos senadores aliados João Alberto (PMDB) - ainda no início do ano – e Edison Lobão (PMDB). Este último, por sinal, deu uma série de entrevistas durante a semana reafirmando sua candidatura à reeleição e garantindo que Roseana estará na corrida pelo Palácio dos Leões.
A O Estado, antecipou qual seria a chapa majoritária do grupo liderado pela peemedebista.
“A Roseana aceitou ser candidata ao Governo do Estado e o outro nome muito provável para o Senado seria o do Sarney Filho. Com essa composição nós vamos ouvir nossos companheiros”, disse ele, citando.
Recall – Nome sempre presente nas mais recentes pesquisas eleitorais, outro possível candidato que tem mais um ano para decidir se entrará mesmo na disputa é o deputado estadual Eduardo Braide (PMN).
O parlamentar tem aparecido até em terceiro lugar em alguns levantamentos – e normalmente lidera quando o recorte leva em consideração apenas São Luís ou a Grande Ilha.
O desempenho, apontam observadores da cena política local, deve-se ao bom desempenho na eleição para prefeito a capital, em 2016, quando ele surpreendeu no primeiro turno, conseguiu chegar ao segundo e obteve 243.591 votos, ou 46,06% dos válidos.
Mais
Além desses cinco nomes, os partidos considerados de ultraesquerda, também devem lançar candidaturas como forma de “demarcar terreno”. Esperam-se, nesse caso, pelo menos mais três nomes: um do PSTU, um do PSOL e um do PCB, isso se não houver nenhuma coligação entre eles.

Roberto Rocha precisa definir filiação
Disposto a entrar mesmo na disputa pelo Governo do Estado, o senador Roberto Rocha tem, a partir de agora, um ano para definir por qual partido será candidato.
Ainda filiado ao PSB, ele deve enfrentar resistências locais se quiser mesmo ser o nome da sigla em 2018.
Atualmente, a legenda é comanda no estado por uma ala mais ligada ao governador Flávio Dino (PCdoB). Esse grupo, liderado pelo prefeito de Timon, Luciano Leitoa, e pelo deputado estadual Bira do Pindaré, tem feito de tudo para manter os socialistas na base de apoio ao comunista.
Recentemente, Bira comunicou até que já conseguiu tomar para si a direção do partido em São Luís – tomando-a do ex-vereador Roberto Rocha Júnior, filho do senador.

Por isso, enquanto tenta articular via Brasília sua candidatura pelo PSB, Rocha mantém conversas com o PSDB, por onde também ainda pode vir a ser candidato.
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