Agricultura
Falta de chuva atrasa plantio de milho e arroz na Baixada Maranhense
Em Bacabal, o milho para abastecer o mercado vem do vizinho
A falta de chuvas atrasou o plantio do milho e do arroz na Baixada Maranhense. Em Pinheiro, o cultivo, que geralmente ĂŠ feito nos meses de novembro e dezembro, sĂł ocorreu recentemente.
Como choveu um pouco no inĂcio de janeiro, muitos lavradores se animaram e plantaram as sementes. Mas o problema ĂŠ que as chuvas desapareceram e os produtores rurais jĂĄ enfrentam os prejuĂzos.
Sem chover tambĂŠm em Caxias, os agricultores começam a se aventurar em outras profissĂľes para garantir o sustento da famĂlia. Na zona rural do municĂpio, a situação nĂŁo ĂŠ diferente. JĂĄ em Bacabal, o milho para abastecer o mercado estĂĄ sendo levado do municĂpio de SĂŁo Domingos do MaranhĂŁo.
Em Imperatriz, por exemplo, a segunda maior cidade do estado, a previsĂŁo ĂŠ de que atĂŠ dezembro deste ano sejam recolhidas 70 toneladas de embalagens. Em todo o estado, no mĂŞs de janeiro, jĂĄ foram recolhidas 43 toneladas.
Em PindarĂŠ-Mirim, a população comete crime contra o meio ambiente: pescadores desrespeitam o perĂodo de reprodução dos peixes.
Como choveu um pouco no inĂcio de janeiro, muitos lavradores se animaram e plantaram as sementes. Mas o problema ĂŠ que as chuvas desapareceram e os produtores rurais jĂĄ enfrentam os prejuĂzos.
Sem chover tambĂŠm em Caxias, os agricultores começam a se aventurar em outras profissĂľes para garantir o sustento da famĂlia. Na zona rural do municĂpio, a situação nĂŁo ĂŠ diferente. JĂĄ em Bacabal, o milho para abastecer o mercado estĂĄ sendo levado do municĂpio de SĂŁo Domingos do MaranhĂŁo.
Em Imperatriz, por exemplo, a segunda maior cidade do estado, a previsĂŁo ĂŠ de que atĂŠ dezembro deste ano sejam recolhidas 70 toneladas de embalagens. Em todo o estado, no mĂŞs de janeiro, jĂĄ foram recolhidas 43 toneladas.
Em PindarĂŠ-Mirim, a população comete crime contra o meio ambiente: pescadores desrespeitam o perĂodo de reprodução dos peixes.


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