Ao menos seis amigos do médico Mariano de Castro Santos, que apareceu morto ontem em seu apartamento no Ininga, em Teresina, em conversa com o titular do blog do Luis Cardoso, disseram não acreditar que ele tenha recorrido ao suicídio. No IML, segundo o Portal GP1 do Piauí, não existem ainda confirmações de que ele teria cometido o suicídio ou se foi homicídio.
Durante a madrugada de hoje, em conversa com médicos, a maioria disse que o médico já havia passado pela pior fase quando esteve preso pela PF e depois encaminhado para Pedrinhas e que agora estava vivendo inteiramente para a família (tinha dois filhos).
“Ele era muito cheio de vida, um bom profissional, amigo leal. Sinceramente, não acredito que ele tenha recorrido a ao suicídio”, reafirmou hoje pela manhã ao Blog do Luis Cardoso, uma jornalista amiga do médico.
O Portal GP1, em postagem dos jornalistas Thais Souza e Brunno Suênio, informa que a coordenação do IML de Teresina, onde encontra-se o corpo de Mariano de Castro, que não foi possível identificar se o médico cometeu suicídio ou se foi assassinado. Ele morreu por asfixia, garante o médico legista, André Biondi Ferraz .
As investigações prosseguem pela Polícia do Piaui e por todo o dia de hoje será apontado como se deu a morte. O corpo dele foi encontrado na noite de ontem no apartamento. Até agora a família ainda não se pronunciou.
““O corpo chegou na noite e foi examinado pelo médico-legista. E a causa morte aparentemente está por asfixia, mas ainda está sendo delineado. A asfixia pode ser suicídio ou homicídio, mas ainda não dá para a gente antecipar. O mais adequado é a gente aguardar o laudo do médico-perito”, disse Ferraz.




