Roseana Sarney depõe na
Polícia Federal no inquérito da Lava Jato
Ex-governadora
Roseana Sarney prestou depoimento no inquérito da Lava Jato
A ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (PMDB)
prestou depoimento na sede da Polícia Federal, em Brasília, nesta terça-feira,
19. As declarações duraram cerca de 1h50. No início de março, o Supremo
Tribunal Federal abriu inquérito para investigar a ex-governadora, após ela ser
citada em delação premiada na Operação Lava Jato que investiga desvio de
recursos públicos da Petrobras.
Roseana estava morando em Miami com a família. A
ex-governadora voltou ao Brasil para prestar os esclarecimentos. Ela nega as
acusações. A reportagem não conseguiu falar com o advogado de Roseana.
O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo
Roberto Costa afirmou em sua colaboração que reuniu-se pessoalmente com Roseana
em 2010 para tratar de propina. As revelações de Costa e do doleiro Alberto
Youssef, personagem central da Lava Jato, motivaram a abertura de inquéritos
para investigar deputados, senadores, governadores e ex-governadores por ordem
do STF.
Segundo o delator, o senador Edison Lobão
(PMDB-MA), ex-ministro de Minas e Energia, foi quem solicitou R$ 2 milhões,
destinados à campanha de Roseana ao governo do Estado em 2010. O valor, afirma
Costa, foi pago em espécie via Youssef. Lobão também é investigado pelo STF.
O dinheiro, diz o delator, teria saído de contratos
da Petrobras. O ex-diretor não indicou de maneira específica o contrato do qual
saíram os valores. Segundo ele, existia uma espécie de caixa de propina,
administrada por Youssef, de onde o dinheiro supostamente entregue à
ex-governadora teria sido retirado.
A Lava Jato investiga um esquema de corrupção
instalado na Petrobras e desbaratado pela força-tarefa da Lava Jato.
Ex-parlamentares também são alvos da grande investigação decretada pelo
ministro Teori Zavascki, que acolheu representação do procurador-geral da
República, Rodrigo Janot.
Roseana Sarney depõe na Polícia Federal no inquérito da Lava Jato
A ex-governadora do Maranhão Roseana
Sarney (PMDB) prestou depoimento na sede da Polícia Federal, em
Brasília, nesta terça-feira, 19. As declarações duraram cerca de 1h50.
No início de março, o Supremo Tribunal Federal abriu inquérito para
investigar a ex-governadora, após ela ser citada em delação premiada na
Operação Lava Jato que investiga desvio de recursos públicos da
Petrobras.
Roseana estava morando em Miami com a
família. A ex-governadora voltou ao Brasil para prestar os
esclarecimentos. Ela nega as acusações. A reportagem não conseguiu falar
com o advogado de Roseana.
O ex-diretor de Abastecimento da
Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou em sua colaboração que reuniu-se
pessoalmente com Roseana em 2010 para tratar de propina. As revelações
de Costa e do doleiro Alberto Youssef, personagem central da Lava Jato,
motivaram a abertura de inquéritos para investigar deputados, senadores,
governadores e ex-governadores por ordem do STF.
Segundo o delator, o senador Edison
Lobão (PMDB-MA), ex-ministro de Minas e Energia, foi quem solicitou R$ 2
milhões, destinados à campanha de Roseana ao governo do Estado em 2010.
O valor, afirma Costa, foi pago em espécie via Youssef. Lobão também é
investigado pelo STF.
O dinheiro, diz o delator, teria saído
de contratos da Petrobras. O ex-diretor não indicou de maneira
específica o contrato do qual saíram os valores. Segundo ele, existia
uma espécie de caixa de propina, administrada por Youssef, de onde o
dinheiro supostamente entregue à ex-governadora teria sido retirado.
A Lava Jato investiga um esquema de
corrupção instalado na Petrobras e desbaratado pela força-tarefa da Lava
Jato. Ex-parlamentares também são alvos da grande investigação
decretada pelo ministro Teori Zavascki, que acolheu representação do
procurador-geral da República, Rodrigo Janot.




