Imagem do dia: Sarney consegue reunir apenas quatro dos 18 deputados federais do MA


Quem não era Sarney… Bastava dar um pio que a classe política enchia qualquer auditório, hoje, sem o mesmo prestígio dos anos anteriores, sobra espaço até nos sofás da sala
A família Sarney passou por mais um vexame político do Maranhão: prova cabal da decadência da oligarquia no Estado! Nesta sexta-feira (20)  o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM) esteve em São Luís para angariar votos na sua campanha de reeleição, e para tanto, escolheu  José Sarney como seu principal cabo eleitoral: péssima ideia! O ex-presidente da república prometeu presença de 12 dos 18 deputados federais maranhenses, no entanto, apareceram apenas quatro. Entre eles, o próprio filho – atual Ministro do Meio Ambiente – , e Juscelino Filho – que só esteve presente para não fazer desfeita a Maia – vez  que é o presidente Estadual do Democratas. Victor Mendes (PSD) e João Marcelo (PMDB) foram os outros dois parlamentares que estiveram presentes no “mega” ato político de Sarney.
Share:

AUDITORIA REVELA QUE FILUCA DESVIOU R$ 2,1 MILHÕES QUE DARIA INÍCIO AO PÓLO INDUSTRIAL DE PINHEIRO

Auditoria da Secretaria de Estado de Transparência e Controle revelou que o prefeito Filuca Mendes, com a conivência do ex-secretário de Indústria e Comércio do governo Roseana, Maurício Macedo, desviou cerca de 70% dos R$ 3 milhões oriundos de um convênio que deveria promover o desenvolvimento industrial de Pinheiro e entorno.
A auditoria constatou in loco, entre 19 a 20/10/2015, que os serviços contratados por Filuca não foram realizados e que mesmo provocando um dano ao erário de R$ 2,1 milhões, Macedo aprovou a sua prestação de contas.
Há a suspeita de que esses recursos abasteceram a campanha de 2014, na qual Victor Mendes (PV), filho do prefeito, foi eleito deputado federal com 85 mil votos.
O convênio, assinado dia 6 e pago dia 25 de junho, a pouco mais de três meses da eleição de outubro, seria uma espécie de consolo de Roseana ao primo Filuca, depois que Victor foi obrigado a deixar a Secretaria de Meio-Ambiente e trocar uma reeleição certa para a Assembleia Legislativa por uma temerosa disputa para a Câmara Federal, após o irmão da governadora, Sarney Filho – o verdadeiro dono do posto -, lançar a candidatura do filho, Adriano Sarney, para deputado estadual.
Em seu lugar assumiu Genilde Campagnaro, que em apenas dez meses de gestão foi responsabilizada em uma outra auditoria pelo prejuízo de R$ 11 milhões aos cofres públicos.
Já Adriano Sarney saiu no lucro e foi eleito com 48 mil votos!
Além da compra de materiais de consumo antes mesmo do funcionamento da sede da SEDINC em Pinheiro (92,77% dos bens de informática e 38,85% das mobilias de escritório adquiridas pelo prefeito não foram encontradas), e do pagamento por obras não concluídas, o que chama atenção no relatório da STC são as contratações de consultorias.
A Ferreira Fonseca Serviços de Assessoria e Com. Ltda. recebeu R$ 1,5 milhão pela elaboração de levantamento e diagnóstico do potencial industrial no município e entorno e elaboração e execução de um plano de atração para o pólo industrial.
Enquanto a Chaves e Maia Advogados Associados levou R$ 298 mil pelo desenvolvimento de estudos e propostas de legislação para a atração e incentivos de empresas!
Quase R$ 300 mil para elaborar leis!
E mesmo assim, nem isso fizeram.
Segundo a auditoria, as duas empresas não prestaram os serviços pelos quais foram contratadas e o único diagnóstico foi o do dano ao erário de R$ 1,8 milhão.
Filuca é gente boa, fino, simples dizem até.
Mas, por trás de toda essa simpatia está o homem público, que dá tapinhas nas costas ao mesmo tempo que condena a população à miséria ao deixar de atrair empresas, que poderiam gerar empregos, para atrair votos.
E faz tudo isso rindo!


Share:

“Não vão atrapalhar o Carnaval de Pinheiro”, afirma Luciano Genésio



O Carnaval de Pinheiro é considerado um dos melhores do Maranhão. Mas este ano, parece que querem atrapalhar a folia dos pinherenses. Aliados do ex-prefeito Filuca Mendes, tem noticiado possíveis irregularidades na licitação para contração da empresa que fará o carnaval da cidade.
O motivo para tentar inviabilizar uma festa tão tradicional como a de Pinheiro é simples de entender. Caso não consiga realizar um carnaval de alta qualidade, seria o discurso perfeito para os adversários colocar a opinião pública contra o prefeito Luciano Genésio. A ideia é criar o discurso de que se Luciano não foi capaz de realizar um carnaval à altura de Pinheiro não seria capaz de administrar o município.
Os adversários dizem que a licitação para o Carnaval é carta marcada, ou seja, quando já se sabe qual empresa irá levar o contrato. Eles praticamente afirmam que a empresa vencedora da licitação será a Gajo Entretenimento. A empresa tem anunciado em suas redes sócias o carnaval de Pinheiro, apenas isso, e não faz nenhuma referência de atrações ou programação. Dias atrás, um outro baner circulou divulgado o carnaval com atrações e com outra empresa, desconhecida do público. Tudo com cheiro de armação.
A Gajo Entretenimento, empresa citada pelos aliados de ser a carta marcada, sequer concorrerá ao processo licitatório. Portanto não exagero nenhum acreditar que tudo não passa de uma armação para tentar deixar os maranhenses sem um dos melhores do Carnaval do Estado.
Em contado com o blog, o prefeito Luciano Genésio reagiu e disse que tudo está sendo feito dentro da legalidade e que não vão atrapalhar o carnaval de Pinheiro. Ele disse ainda que a prefeitura está trabalhando para presentear os foliões com o melhor Carnaval que pinheiro já teve.
“Estão de brincadeira, tudo está sendo feito dentro da legalidade e não são denúncias vazias que irão atrapalhar o carnaval de Pinheiro. Vamos realizar o melhor Carnaval que o município já teve, com muitas atrações, uma programação diversificada e muita segurança para os foliões.”
Share:

Acusado de tramar contra a Lava Jato, Sarney diz que Teori era um 'magistrado sério, correto e brilhante'

O ex-presidente  disse ter conhecido Teori quando ainda era juiz federal e acompanhou sua ascensão ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde, segundo Sarney, teve passagem 'marcante'

O ex-presidente José Sarney, divulgou nota de pesar pela morte do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, vítima de um acidente aéreo em Paraty-RJ nesta quinta-feira, 19.

"É com profunda tristeza que recebo a notícia do falecimento do Ministro Teori Savascki, por quem tinha grande admiração. Era um magistrado sério, correto e brilhante. Prestou um grande serviço à magistratura brasileira com sua experiência, e cultura jurídica", escreveu Sarney.

O ex-presidente disse ter conhecido Teori quando ainda era juiz federal e acompanhou sua ascensão ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde, segundo Sarney, teve passagem "marcante".

Sarney chegou a ter prisão pedida pelo Procurador-Geral Rodrigo Janot por tramar para atrapalhar o trabalho de investigação desenvolvido pelo Operação Lava Jato.

O ex-presidente também figura em uma lista de pagamentos de propina pela Construtora Odebrecht.
Share:

'Seria muito ruim para o País ter um ministro do Supremo assassinado', diz filho de Teori




DE CURITIBA/Folha de S. Paulo

Um dos principais investigadores da Operação Lava Jato, o delegado federal Marcio Adriano Anselmo pediu a investigação "a fundo" da morte do ministro Teori Zavascki, "na véspera da homologação da colaboração premiada da Odebrecht".

"Esse 'acidente' deve ser investigado a fundo", escreveu em sua página no Facebook, destacando a palavra "acidente" entre aspas.

Anselmo afirmou que a morte de Teori é "o prenúncio do fim de uma era" e disse que ele "lavou a alma do STF à frente da Lava Jato".

"Surpreendeu a todos pelo extremo zelo com que suportou todo esse período conturbado", afirmou.

À Folha, Anselmo disse que o post foi um "desabafo pessoal". "Ele fez história", afirmou.

A Polícia Federal informou, por meio de nota, que abriu inquérito para apurar as causas do acidente aéreo que matou o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Teori Zavascki, e outras três pessoas.

Uma equipe de policiais especializados nesse tipo de investigação está a caminho de Paraty, segundo a PF.

Teori Zavascki, 68, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, morreu na tarde desta quinta-feira (19) em um acidente de avião na costa de Paraty (RJ).

O Corpo de Bombeiros do Rio confirmou que ao menos três pessoas morreram na queda. De acordo com os bombeiros, o avião permanece submerso e três pessoas estão presas nas ferragens. Não há informações até o momento sobre demais ocupantes. A capacidade da aeronave é de sete pessoas, incluindo tripulantes.


Juiz da corte desde 2012, ele era responsável pelos casos da Lava Jato que envolvem pessoas com foro privilegiado, como congressistas e ministros.
Share:

'Seria muito ruim para o País ter um ministro do Supremo assassinado', diz filho de Teori

Francisco Zavascki falou à Rádio Estadão, lembrou que seu pai já havia sido ameaçado e disse que nenhuma possibilidade pode ser descartada ainda 
O Estado de S. Paulo

São Paulo - O advogado Francisco Prehn Zavascki, filho do ministro Teori Zavascki, que morreu nesta quinta-feira, 19, em Paraty (RJ), cobrou uma investigação da morte do pai e disse que nenhuma possibilidade está descartada. "É preciso investigar a fundo e saber se foi acidente ou não, que a verdade venha à tona seja ela qual for", afirmou à Rádio Estadão.

Francisco disse que a família está em contato com colegas próximos para acompanhar os desdobramentos das investigações. O Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) já comunicaram que abriram processos para apurar as causas do acidente.

"Ainda não parei para pensar, não deu tempo para pensar com mais calma nisso, mas não podemos descartar qualquer possibilidade. No meu íntimo, eu torço para que tenha sido um acidente, seria muito ruim para o País ter um ministro do Supremo assassinado", disse.

O filho relatou ainda que havia grupos contrários às investigações de casos de corrupção no País e que o ministro já teria recebido ameaças. Ele era relator dos processos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), sendo responsável por conduzir os julgamentos de investigados com foro privilegiado. "Seria infantil dizer que não há movimento contrário, agora a questão é o que o movimento seria capaz de fazer", afirmou.

Francisco Zavascki disse que o pai estava bastante concentrado na homologação das colaborações premiadas de executivos e ex-executivos da Odebrecht, o que estava programado para ocorrer em fevereiro. "Ele tinha perfeita noção do impacto que tem no País e que isso poderia realmente fazer o País ser passado a limpo."

O velório do corpo do ministro vai ser realizado na sede do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre. Data e horário ainda não estão definidos
Share:

Morte: Teori Zavascki era conhecido como um ministro técnico e coerente


Do: Conjur
Morto nesta quinta-feira (19/2), aos 68 anos, em um acidente de avião no litoral fluminense, Teori Albino Zavascki era ministro do Supremo Tribunal Federal desde 29 de novembro de 2012, quando foi nomeado pela então presidente, Dilma Rousseff (PT), para a vaga aberta com a aposentadoria do ministro Cezar Peluso.
Teori nasceu em 15 de agosto de 1948, em Faxinal dos Guedes (SC). Era formado em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1972) e mestre e doutor em Direito Processual Civil pela mesma instituição.
Antes de chegar ao Supremo, foi ministro do Superior Tribunal de Justiça (2003-2012), onde atuou quase sempre na 1ª Seção, que julga apenas matérias de Direito Público. Começou sua carreira na magistratura como desembargador do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (1989-2003), onde ingressou pelo quinto constitucional da advocacia. Foi ainda juiz do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (1991-1995) e presidente do TRF-4 (2001-2003).
Também atuou como superintendente jurídico do Banco Meridional (1986-1989) e advogado do Banco Central (1976-1989).
Além de magistrado, foi professor universitário. Deu aulas de Direito na Universidade de Brasília (2005-2013), de Direito Processual Civil na UFRGS (1987-2005 e desde 2013) e de Introdução ao Estudo de Direito na Unisinos (desde 1980, atualmente licenciado).
É autor dos livros Eficácia das Sentenças na Jurisdição Constitucional (2013), Processo Coletivo (2011), Antecipação de Tutela (2009) e Processo de Execução (2004).
Homem discreto e técnico
Era tido entre seus pares como um homem técnico e coerente — qualidades que deixavam Dilma Rousseff orgulhosa de sua escolha. Certa vez, o ministro do STJ Napoleão Nunes Maia Filho disse que Teori era "absolutamente coerente, por isso previsível em suas posições".
"Ele se recusa a dar uma interpretação mais aberta da Constituição, como eu faço às vezes. Segue estritamente o que está escrito na lei", comentou o hoje ministro aposentado do STH Castro Meira.
De tão discreto e afeito à judicatura, não ganhou fama fora das paredes do tribunal. Tanto que, quando a Presidência anunciou sua indicação, pouca gente fora do STJ e do grupo de advogados militantes na corte, especialmente os tributaristas, o conheciam.
Tudo mudou em 2014, quando a distribuição de um caso por sorteio o tornou o relator dos processos da operação “lava jato” no Supremo. Teori se tornou, então, o senhor de um dos maiores fenômenos midiáticos já promovidos pelo aparato estatal de investigação na história. Era ele, por exemplo, quem definia o que fazer com os Habeas Corpus relacionados ao caso que chegavam à corte ou os destinos dos políticos investigados na operação. Por causa disso, o ministro era conhecido por todo brasileiro que lê jornal e até por muita gente de fora do país.
O curioso é que, se foi com a “lava jato” que o ministro Teori ganhou manchetes, foi nas discussões sobre controle de constitucionalidade que ele deu suas maiores contribuições. Um dos seus grandes votos em 2015 foi o que definiu que a declaração de inconstitucionalidade de leis em ações de controle concentrado (ou abstrato) não atinge a coisa julgada. O Plenário seguiu, por unanimidade, o entendimento de Teori, segundo o qual decisões judiciais são atos jurídicos perfeitos, e só podem ser questionadas por ações rescisórias, que têm regras processuais e prazos próprios.
Na esfera penal, foi fundamental o voto que autorizou a execução da pena de prisão já depois da decisão de segundo grau que confirma sentença condenatória. Teori puxou o entendimento do Plenário de que a segunda instância esgota a fase de análise de fatos, provas e materialidade do crime. Os recursos ao STJ e ao STF, por definição constitucional, só podem discutir questões de direito, e não de fatos. Por isso, segundo ele, o princípio da presunção de inocência permite que o recurso seja interposto já durante o cumprimento da pena.
Teori tinha 7.566 processos em seu acervo, 186 deles recebidos em 2017.
Alvo de ameaças
A fama também o tornou alvo de ameaças e protestos. Em março do ano passado, ocorreram manifestações em frente a casa do ministro em Porto Alegre, depois que ele julgou inconstitucional o levantamento do sigilo das interceptações telefônicas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, determinado pelo juiz federal Sergio Moro.
Já em junho, o ministro confirmou que sua família havia recebido ameaças, mas não deu muito crédito aos autores das mensagens. “Não tenho recebido nada sério”, disse à época.
Vida privada
Filho de Severino Zavascki, descendente de poloneses, e Pia Maria Fontana, descendente de italianos, Teori era viúvo desde 2013, quando sua mulher, a juíza federal do TRF-4 Maria Helena de Castro morreu vítima de câncer. Tinha três filhos.
Share:

Blog Archive

MAIS UMA NOVA OPÇÃO EM PINHEIRO, CURSO DE INFORMÁTICA

MAIS UMA NOVA OPÇÃO EM PINHEIRO, CURSO DE INFORMÁTICA
MAIS UMA NOVA OPÇÃO EM PINHEIRO, CURSO DE INFORMÁTICA

Blog Willian Redondo - WhatsApp - (98) 9966-8347

Blog Willian Redondo - WhatsApp - (98) 9966-8347
E-mail: willian.redondoombrods@gmail.com